Os animais de estimação em nossa vida

Alessandra Ferreira | Psicóloga Infantil

Difícil não se sensibilizar com a história do cãozinho Manchinha, de Osasco, São Paulo.

O cãozinho abandonado que teve um triste fim no estacionamento de um supermercado.

Muita gente se mobilizou com o assunto. É uma boa hora para refletirmos sobre os animalzinho de estimação.


Quando chegam, esses pequenos seres passam a fazer parte da família e merecem todo o respeito, amor e carinho. Às vezes, quando as crianças têm um comportamento mais desafiador e os pais me perguntam:


- Será que se nós tivermos um cãozinho esse comportamento poderá mudar? Será que ter um cachorro em casa pode fazer bem para o meu filho?


Ter um animal de estimação é muito positivo, vai despertar diversas virtudes nas crianças: o cuidado pelo outro, a afetividade, o senso de responsabilidade.

Mas o que deve ser visto vai muito além disso. O problema é quando se cria uma expectativa em torno do cachorro.


O cão é um animal com necessidades que precisam ser acolhidas pela família. Necessidade de carinho, de cuidado, isso sem falar em comida, cuidados com veterinário, vacinas. Os animais não são brinquedos.


Eu já vi casos em que a família decide ter um cachorro, fica um tempo com o animal e aí percebe que o cão demora pra aprender as coisas que são ensinadas a ele, faz xixi em todo lugar, morde os móveis, come tudo o que encontra na frente. Depois de um tempo, a família percebe que não dá conta de mais essa demanda. A criança fica triste porque já tinha criado um vínculo.


Na hora de decidir se a família terá ou não um bichinho de estimação, pondere tudo que escrevi acima e pense também no amor que cada integrante a família tem para compartilhar com o animal. Essa será a troca mais incrível da relação.


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